terça-feira, 7 de julho de 2026
Educação Cristã
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Procurando Trabalho no DF ??? Veja algumas dicas

Procurando Trabalho no DF ??? Veja algumas dicas
Varias vezes sempre me deparo com pessoas procurando emprego, amigos, conhecidos, desconhecidos, enfim, todos querem (ou quase) todos querem trabalhar.
Em nossa Constituição temos como Clausula Pétrea no artigo 1º IV - os valores socias do trabalho e da livre iniciativa
Como o objetivo deste post é ser bem explicativo e resumido, segue algumas dicas básicas de como encontrar algumas vagas.
Na Agencia do Trabalhador, tem varias oportunidades de trabalho com essas qualificações.
Você já foi em alguma Agencia do Trabalhador aqui no DF ?
Segue os endereços:
http://www.trabalho.df.gov.br/paginas/agencias_do_trabalhador/agencias_do_trabalhador_01.htm
No Site http://www.trabalho.df.gov.br na pagina principal,ou no link direto http://www.trabalho.df.gov.br/BOLSAEMPREGO.htm sempre tem divulgado em destaque uma pagina com todas as vagas em aberto.
Por exemplo no dia 20/04/2011 existiam 1035 vagas em aberto.
Sucesso a todos que estão na procura de sua vaga de trabalho.
Que Deus lhes abençoe.
Abraços Israel Oliveira
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Rude Cruz
Este hino foi escrito por George Bennard, que nasceu no dia 04/02/ 873 e faleceu a 09/10/958, nos Estados Unidos.
Para ele a Cruz é o coração do Evangelho; e foi um dia, quando passava por momentos muito difíceis na sua vida, quando sentia o peso da sua cruz, que ele pensou na cruz de Cristo, e daí lhe veio a inspiração para escrever este Hino belíssimo que é a “Rude Cruz”. Foi escrito no ano de 1912 com o nome de” Old RuggedCross”.
(Velha rude cruz) e foi cantado pela primeira vez, no ano de 1913 numa grande Convenção em Chicago
.Imediatamente se tornou imensamente popular no País todo, e, em pouco tempo ao redor do mundo.
Georg Bennard escreveu mais de 300 hinos, mas foi a “Rude Cruz” o que se tornou mais conhecido, e fez mais famoso o seu autor.
RUDE CRUZ
Rude cruz se erigiu, dela o dia fugiu,
Como emblema de vergonha e dor;
Nas eu amo essa cruz porque nela Jesus
Deu a vida por mim pecador.
Coro
Sim eu amo a mensagem da cruz
Té morrer eu a vou proclamar,
Levarei eu também minha cruz,
Té por uma coroa a trocar.
Desde a glória do céu o Cordeiro de Deus
Ao Calvário humilhante baixou;
E essa cruz tem p´ra mim atractivos sem fim,
Porque nela Ele me resgatou.
Nessa cruz padeceu e por mim lá morreu
Meu Jesus para dar - me o perdão;
E eu me alegro na cruz, dela vem graça e luz
Para minha justificação.
Eu aqui com Jesus, a vergonha da cruz
Quero sempre levar e sofrer;
Ele vem-me buscar e com Ele no lar
Uma parte da glória hei – de ter
Confiança em Deus
Confiou no Senhor, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer (Salmo 22:8).
Que veneno existe nessa zombaria – e ela penetra direto no coração por conter uma meia-verdade! Durante Sua vida, o Senhor Jesus confiou completamente em Deus, e na cruz Sua confiança continuou perfeita. Os patriarcas de Israel também confiaram em Deus e experimentaram Seu livramento!
Mas como foi diferente com o próprio Senhor! “Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo” (v. 6). Ele clamou a Deus, cheio de confiança. Nem mesmo os patriarcas fizeram isso, e mesmo assim receberam livramento. Mas o Senhor Jesus não recebeu qualquer resposta enquanto sofria a ira de Deus contra o pecado durante as três horas de trevas.
Ali na cruz, o desprezo do sumo sacerdote, dos líderes religiosos e escribas foi dirigido a Ele com ironia. “Confiou no Senhor, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer.”
Isso enfraqueceu Sua fé? Absolutamente não! Ele expressou Seus sentimentos, mas em nenhum momento acusou Deus de tratá-Lo injustamente. O Senhor Jesus continuou clamando e o escárnio de Seus inimigos foi como uma resposta, lembrando que foi Deus que O sustentou desde antes do início de Sua caminhada terrena. “Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe” (v. 10).
Na hora de Sua mais profunda necessidade, Ele estava só. Não recebeu nenhuma palavra de conforto ou ajuda, nem mesmo da parte de Deus. Essa foi Sua porção como nosso Substituto. Ele foi pendurado ali por você e por mim. Éramos nós que deveríamos sofrer tudo isso!
Fonte: Devocional Boa Semente 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
FORMAÇÃO DE DISCÍPULOS E APROVEITAMENTO DAS POTENCIALIDADES INDIVIDUAIS
REUNIÃO DE DISCIPULADO – PR. MARCOS VINÍCIUS (mvdalbello@hotmail.com) 24/08/2010
# Foco nos discípulos x Foco dos discípulos (estratégia de Marketing)
Quando foco minhas energias nas pessoas, me empenho em investir na minha visão para elas, sob a minha perspectiva;
O foco das pessoas se refere às perspectivas delas, à visão que meus liderados tem, suas necessidade. Tendo em vista esta perspectiva, minhas energias podem ser empenhadas de forma a extrair o máximo da potencialidade individual de cada um, usando de empatia, focado nas necessidades e estratégias de acompanhamento individuais. Paulo exemplifica isso em:
19. Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível.
20. Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para com os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei.
21. Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei.
22. Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns.
23. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele.
I Co. 9:19-23
Jesus também explorava o máximo da potencialidade de seus discípulos, tratando de forma individual a melancolia de João e a personalidade sanguínea de Pedro. Até o próprio Paulo com seu perfil colérico aprendeu a duras penas a abrandar seu coração, o que é nítido no decorrer de suas epístolas, inicialmente ele começava suas epístolas com saudações iniciais nas quais fazia menção de seu ministério como apóstolo comissionado pelo próprio Cristo (I Co. Gl.), mas em suas últimas se colocando na posição de servo, como o mais carente de graça do que qualquer outro, como escravo de Cristo (Fm). Em tudo isso vemos que o próprio DEUS trabalha de formas diferentes com diferentes pessoas para tratá-las em suas peculiaridades e extrair delas o máximo que podem oferecer. Em Atos Pedro pôde fluir com sua impetuosidade, bem como João em suas epístolas, flui em amor tendo em vista seu temperamento manso e sensível.
# Primeiramente tenho que descobrir quem sou, ter isso muito claro e definido, ser um líder bem resolvido, desta forma a necessidade de motivação externa diminui, pois sei qual meu chamado em Cristo Jesus. Se sei onde quero chegar, se isso me está claro, posso traçar um plano de metas para galgar aquele lugar. Jesus nos dá discernimento para nos conhecermos a nós mesmo por meio do Seu Espírito, aliás nós somos quem Ele mesmo diz que somos, essa certeza nos trás longanimidade (Tg. 1:5-8; 3:17)
Falar onde quero chegar é diferente de decidir onde quero chegar.
Sem decisão o foco é perdido, os princípios começam a ser negociados, entretanto, a filha da decisão é a excelência. (Cl. 3:17, 23-24)
# É importante identificar qual o perfil motivacional de cada indivíduo:
Realizadores – São motivados pelo realizar, pela responsabilidade delegada, colocar a “mão na massa”, pessoas que se sentem felizes ao trabalhar, ao desempenhar papéis práticos;
Associativos – São motivados pelo ambiente, pela integração, por sentir-se parte de algo maior, pelo compartilhamento de uma identidade comum junto ao grupo, fazendo parte de algo maior e se sentindo acolhido e resguardado por essa identidade comum
Afiliativos – São motivados por fatores externos, reconhecimento, elogios, enaltecimento de suas qualidades, visibilidade junto ao grupo, inclusive, quando lhes são confiadas responsabilidades e até afazeres, uma vez que isso demonstra confiança.
Todos funcionamos motivados em parcelas de cada perfil, porém nos identificamos majoritariamente com algum tipo específico de motivação por parte de nossa liderança. Cabe ao líder identificar o fator motivacional de seus discípulos e investir nele. Independentemente do perfil de cada um, todos podem funcionar bem em qualquer lugar que forem colocados, desde que respeitadas as peculiaridades e individualidades. É lógico que por uma questão de bom senso, há tarefas nas quais os potenciais podem ser trabalhados ao máximo e esse discernimento e sabedoria por parte da liderança fazem toda diferença.
# Também há de se levar em consideração a fase o ciclo de vida pelo qual cada indivíduo está passando, para arregimentá-lo sem sobrecarregá-lo, independente do perfil motivacional, há diferentes estágios de maturidade emocional e espiritual e isso deve definir a dimensão da responsabilidade delegada.
# Para nos mantermos focados dentro de nossa liderança é necessária sabedoria divina, buscá-la com afinco no Senhor (Pv. 1:7). Quando o líder pára de aprender ele envelhece, cada dia requer um maná novo, o de ontem não serve para hoje.
É necessário buscar humildade e humanidade para agir com graça, misericórdia e compaixão para tratar com os outros. DEVEMOS SER DUROS COM OS PROBLEMAS, MAS BRANDOS COM AS PESSOAS!!!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
O PILOTO JAPONÊS

O PILOTO JAPONÊS
Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lucas 23:34).
Em 1941, Mitsuo Fuchida, piloto da força aérea japonesa, anunciou aos seus superiores por rádio o sucesso do ataque surpresa à base norte-americana de Pearl Harbour. Cerca de quatro anos depois, após a derrota das forças do Eixo, não restou aos japoneses outro remédio senão capitular.
Fuchida decidiu escrever um livro e acusar os EUA de crimes de guerra. Por isso, ao final da guerra, começou a investigar a situação dos prisioneiros de guerra japoneses. Então obteve informações sobre benfeitores cuja disposição para perdoar, apesar das severas represálias por parte dos japoneses, o surpreendeu.
Por exemplo, havia o caso de uma jovem que visitava os prisioneiros e os ajudava sem qualquer interesse. Quando os soldados perguntaram o motivo dela agir assim, a moça respondeu: “Porque meus pais foram assassinados pelo exército japonês”. Isso aconteceu na ocupação da Filipinas, onde os pais dela trabalhavam como missionários.
Quando Fuchida soube que ela era cristã e que sua conduta estava baseada na Bíblia, começou a ler o Novo Testamento. Logo encontrou versículos como o de hoje. Reconheceu que era pecador e recebeu o Senhor Jesus como seu Salvador. A partir de então dedicou sua vida para pregar as boas novas da salvação em Cristo por vários países.
Não importa quanta crueldade, sofrimento ou dor nos atinjam, a maior marca que podemos deixar e a maior obra que podemos fazer neste mundo é amar o próximo, e principalmente os inimigos. Para isso os cristãos foram chamados. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35).
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A TRANSFORMAÇÃO DO INCONFORMISTA
MARTIN L. KING
“Não vos conformeis com este século; transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Romanos 12:2
“Não vos conformeis” é um conselho difícil par uma geração em que as mentalidades estão condicionadas, inconscientemente, por pressões da massa e onde os pés se movem ao ritmo compassado da ordem estabelecida. Inúmeras forças e vozes nos incitam a escolher o caminho do menor esforço e a nunca figurar nas patéticas minorias dos “dois ou três”.
Algumas doutrinas intelectuais procuram até convencer-nos da necessidade do conformismo. Alguns sociólogos filosóficos sugerem que a moral idade é apenas um mero consenso de grupo e que o caminho a seguir é aquele que toda a gente segue.
O êxito, a aceitação e o conformismo são os ditames do mundo moderno, onde todos se mostram empenhados em se agarrar à anestésica garantia de serem identificados à grande maioria.
Apesar desta predominante tendência para o conformismo, nós, cristãos, recebemos o mandato do inconformismo. O Apóstolo Paulo, que conhecia profundamente as realidades da fé cristã, aconselhava: “Não vos conformeis com este século; transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Fomos chamados para ser um povo de convicção e não de conformismo; de nobreza moral e não de suscetibilidades sociais. O nosso mandato é o de vivermos diferentemente e conforme a uma mais alta fidelidade.
Todos nós, como verdadeiros cristãos, somos cidadãos de dois mundos: o temporal e o da eternidade. Paradoxalmente, estamos no mundo e não somos do mundo. Escrevia Paulo aos Filipenses: “Somos uma colônia do céu” (Filipenses 3:20). Eles percebiam o que isso significava porque a cidade de Filipos era uma colônia romana. Quando Roma pretendia romanizar uma província, estabelecia nela uma colônia pequena, com gente que vivia segundo a lei e os costumes romanos e mantinha a sua fidelidade a Roma, embora num outro país. Foi esta fértil minoria que espalhou o evangelho da cultura romana. Embora a analogia seja imperfeita, pois os colonos romanos viviam dentro dum contexto de injustiça e de exploração, isto é, de colonialismo, o Apóstolo incumbia os cristãos da responsabilidade de levar os ideais duma ordem mais alta e mais nobre a um mundo sem Cristo. Vivendo na colônia temporal, somos, por último, responsáveis pelo império da eternidade. Como cristãos, não podemos trocar a nossa lealdade suprema por qualquer costume ou idéia duma época ou do mundo, porque no centro do nosso universo existe uma realidade mais alta, Deus e o seu Reino de Amor, à qual nos devemos submeter. Este mandamento de inconformismo não só é de S. Paulo, como também do Nosso Senhor e Mestre, Jesus Cristo, o mais dedicado inconformista, cujo inconformismo ético ainda hoje desafia a consciência da humanidade. Enquanto uma sociedade afluente pretende induzir-nos a acreditar que a felicidade consiste na dimensão dos nossos carros, na imponência das nossas casas ou na profusão do nosso vestuário, Jesus lembra-nos que “não é por alguém ter em abundância que a vida depende dos seus bens” (Lucas 12:15).
Enquanto sucumbimos à tentação dum mundo onde abunda a promiscuidade sexual e que anda enlouquecido por uma filosofia de auto-expressão, Jesus diz-nos que “todo aquele que olha uma mulher para a desejar, já com ela cometeu adultério em seu coração” (Mateus 5:28).
Enquanto nos recusamos a sofrer pela justiça e preferimos o caminho da comodidade ao da convicção, ouvimos Jesus dizer: “Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus” (Mateus 5:10).
Enquanto, no nosso orgulho espiritual, nos gabamos de ter atingido a maior excelência moral, Jesus previne: “Os publicanos e as meretrizes hão de ir à vossa frente para o Reino de Deus” (Mateus 21:31).
Enquanto nós, através da fria indiferença e do individualismo arrogante, nos negamos a corresponder às necessidades dos desprivilegiados, o Mestre diz-nos: “Sempre que o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes” (Mateus 25:40).
Enquanto nós consentimos que nas nossas almas arda a chama da vingança contra os nossos inimigos, Jesus ensina: “Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem” (Mateus 5:44). Sempre e em toda a parte, a ética do amor de Jesus é a luz brilhante que revela a indignidade do nosso podre conformismo.
Apesar do apelo imperioso a que vivamos diferentemente, cultivamos em nós uma mentalidade geral e saímos do extremo dum individualismo rígido para o ex- tremo ainda maior dum coletivismo excessivo. Não somos os autores da História; é ela que nos faz a nós. Longfellow dizia: “O homem, neste mundo, ou tem de ser martelo ou tem de ser bigorna” (Hyperion, Livro IV, cap. 7), querendo com isto significar que o homem tem de moldar a sociedade ou ser moldado por ela. Quem poderá hoje duvidar de que a maioria dos homens são bigornas, e são moldados pelo padrão da maioria? Para usar outra expressão: a maioria das pessoas e, em especial, os cristãos, são como termômetros que registram a temperatura da opinião da maioria, e não quem transforma ou regula a temperatura da sociedade.
Uma das coisas que a maioria das pessoas mais teme é a de ser obrigada a tomar uma posição nitidamente contrária à opinião prevalecente. A tendência da maioria é a de adaptar uma maneira de ser tão ambígua que sirva para tudo, ou tão popular que sirva para todos.
Juntamente com isto criou-se também uma desordenada paixão pela grandeza. Vivemos numa época de jumboism (Expressão usada na América para exprimir o culto por tudo o que tem dimensões colossais. Deriva de Jumbo - elefante), em que os homens só se sentem seguros naquilo que é grande ou extenso, enormes cidades, edifícios gigantescos, grandes corporações. Este culto da dimensão provoca neles o receio de identificarem a sua opinião com a opinião duma minoria. São muitos os homens que amam ideais nobres e elevados e se calam com receio de serem considerados “diferentes”. Muitos brancos sinceros do Sul que privadamente não concordam com a segregação nem com a discriminação, calam-se apreensivos porque temem a condenação pública. Milhões de cidadãos sentem-se profundamente perturbados pela marca que o complexo militar-industrial imprime tantas vezes na política nacional, mas não querem ser acusados de falta de patriotismo. Um número infindável de bons americanos pensa honestamente que a China Vermelha deveria ser incluída numa organização mundial como é a das Nações Unidas, mas têm medo de que lhe chamem simpatizantes com os comunistas.
Uma legião de pessoas que aprenderam a pensar reconhecem que o capitalismo tradicional devia trans- formar-se diminuindo progressivamente a fim de que a nossa riqueza nacional pudesse ser distribuída de forma mais eqüitativa, mas receiam que as suas críticas sejam consideradas como anti-americanas. Quantos jovens normais e honestos se vêem envolvidos em perseguições funestas que não prepararam e nem sequer os divertem, porque se envergonham de dizer que não, quando os outros do grupo dizem que sim. Como são poucos os que se atrevem a exprimir livremente as suas opiniões e quantos os que se deixam intimidar!
O conformismo cego provoca em nós tal desconfiança pela pessoa que sinceramente diz o que pensa que, inconscientemente, ameaçamos as suas liberdades cívicas. Se um homem que acredite firmemente na paz for suficientemente ingênuo para levar um cartaz durante uma manifestação pública, ou se um branco do Sul, que acredite no sonho americano da dignidade e do valor da pessoa humana, ousar convidar um negro para a sua casa e se unir a ele na luta pela liberdade, sujeita-se a ser intimado a comparecer em tribunal. Se comunga na causa da fraternidade humana é porque, com certeza, é comunista!
Thomas Jefferson escrevia: “Jurei sobre o altar de Deus hostilizar qualquer forma de tirania exercida na consciência dos homens” (Writtings, Vol. X, pág. 173). Para os conformistas ou para quem neles cria essa mentalidade, estas palavras representam certamente uma perigosa doutrina radical. Será que tenhamos obscurecido tanto a liberdade de pensamento e o individualismo, que se Jefferson fosse vivo seria hoje perseguido ou processado? Se os americanos continuarem a exercer pressões sobre as idéias, os negócios e a liberdade, encaminhar-nos-emos, decerto, para um fascismo sombrio.
E na Igreja que essa tendência para o conformismo se torna mais evidente, instituição esta que tantas vezes ajudou a paralisar, conservar e até a aprovar os cânones da opinião geral. A sanção outrora dada pela Igreja à escravatura, à segregação racial, à guerra e à exploração econômica, demonstra bem que a Igreja mais se tem subordinado à autoridade do mundo do que à de Deus. Chamada para guardiã moral da comunidade, a Igreja por vezes preservou aquilo que era imoral e contrário à ética. Chamada para combater os males sociais, manteve-se silenciosa, atrás dos embaciados vidros das suas janelas. Chamada para conduzir homens ao caminho da fraternidade e para intimá-los a sairem dos limitados preconceitos de raça ou de classe, enunciou e exerceu o exclusivismo rácico.
Também nós, pregadores, temos sido tentados pela sedução do conformismo. Atraídos pelos sucessos simbólicos do mundo, medimos as nossas realizações pelo caminho da nossa paróquia. Representamos para agradar aos caprichos e às manias dos outros. Pregamos do púlpito sermões fáceis, evitando os assuntos que possam incomodar as idéias respeitáveis dos membros mais ilustres das nossas congregações. Estaremos nós, ministros de Jesus Cristo, imolando a verdade no altar dos interesses pessoais ou, como Pilatos, submetendo as nossas idéias às exigências da massa?
Como é necessário que recuperemos o brilho evangélico dos primeiros cristãos que, esses sim, inconformistas no verdadeiro sentido da palavra, se recusavam a moldar o seu testemunho pelos modelos mundanos! Sacrificavam voluntariamente a fama, a fortuna, e a própria vida a favor duma causa que sabiam ser justa. Pequenos em quantidade, eram gigantes em qualidade, e o seu poderoso evangelho acabou com muitos erros bárbaros, como eram o do infanticídio e o dos sanguinários combates de gladiadores. E finalmente conquistaram o Império Romano para Jesus Cristo.
Mas a Igreja, a pouco e pouco, afundou-se tanto na riqueza e no prestígio, que as firmes exigências do evangelho se foram diluindo e adaptando às exigências do mundo. Desde então, a Igreja é como que uma fraca e ineficiente trombeta, cujos sons intermitentes se ouvem muito longe. Para que a Igreja de Cristo possa reconquistar a sua força, a sua mensagem e o seu timbre autêntico, terá de conformar-se unicamente com as exigências do Evangelho.
A esperança dum mundo seguro e habitável reside nos inconformistas disciplinados que se dedicam à justiça, à paz e à fraternidade. Todos os fomentadores da liberdade humana, literária, científica e religiosa foram sempre inconformistas. Sempre que esteja em causa o progresso da humanidade, confiai no inconformista! No seu ensaio Self-Reliance, Emerson escreveu: “Todo aquele que é um homem terá de ser também um inconformista”. O Apóstolo Paulo recorda-nos que todo aquele que é cristão tem de ser inconformista. Todo o Cristão que aceita, cegamente, as opiniões da maioria e segue, por medo ou timidez, o caminho da conveniência ou da aprovação social, torna-se mentalmente e espiritualmente num escravo.
Reparemos bem nestes versos escritos pelo de James Russel Lowell:
São escravos que temem defender
os que caíram, e esses que são fracos;
São escravos que sempre hão de preferir
aos ódios, às troças, às afrontas,
manter em silêncio uma verdade
que iria obrigá-los a pensar;
São escravos que temem ter razão
se acompanhados só por dois ou três.
Stanzas on Freedom
O inconformismo, em si mesmo, pode não ser necessariamente bom e nem sempre representar uma força transformadora e redentora. O inconformismo per se não contém qualquer significado libertador e pode, até, em determinadas circunstâncias, adquirir o aspecto de exibicionismo. Paulo, na última parte do texto, dá-nos a fórmula para o inconformismo construtivo: “Transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). O inconformismo é criador, quando guiado e dirigido por uma vida transformada; e é construtivo quando acompanhado por uma mentalidade renovada. Quando, em Cristo, entregamos as nossas vidas a Deus, tornamo-nos novas criaturas. Esta experiência, a que Jesus se referiu como a um novo nascimento, é essencial para podermos ser inconformistas transformados, libertando-nos da frieza de espírito e da auto-suficiência que tantas vezes caracteriza o inconformismo. Alguém disse: “Gosto das reformas, mas detesto os reformadores”. O reformador pode ser um inconformista não transformado cuja revolta contra os males sociais o deixa incomodamente intransigente ou levianamente impaciente.
Somente através duma íntima transformação espiritual, adquirimos a força para combater energicamente os males do mundo, conservando ao mesmo tempo a humildade e a caridade de espírito. Além disso, o inconformista transformado nunca aceita essa espécie de paciência passiva que é desculpa para não fazer nada. A transformação impede que pronunciemos palavras irresponsáveis, que separam em vez de reconciliarem, assim como juízos apressados, cegos à necessidade do progresso social. Reconhece que a transformação social não se faz dum dia para o outro, mas trabalha como se essa possibilidade estivesse iminente. Este momento da História exige um dedicado grupo de inconformistas transformados. O nosso planeta abeira-se perigosamente do aniquilamento atômico; graves paixões, como a do orgulho, a do ódio e do egoísmo, instalam-se nas nossas vidas; e a verdade jaz, caída, nos ásperos montes de indizíveis calvários; e os homens curvam-se perante os falsos ídolos do nacionalismo e do materialismo. Não é através da aceitação complacente duma maioria conformista que podemos salvar-nos dessa pena suspensa; só o conseguiremos através da fecunda inadaptação duma minoria inconformista.
Já aqui há alguns anos, o Professor Bixler nos avisava contra o perigo dum ajustamento exagerado à vida. Todos procuram apaixonadamente adaptar-se. É claro que precisamos de nos adaptar para não nos tornarmos neuróticos ou esquizofrênicos, mas há determinadas coisas no mundo às quais nenhum homem de boa-vontade poderá adaptar-se. Devo confessar que nunca tentei adaptar-me aos erros da segregação e aos efeitos nocivos da discriminação; nem aos efeitos corrosivos dum sectarismo estreito; nem à degenerescência moral da beatice religiosa; nem às condições econômicas que privam o homem do trabalho e do pão; nem às insânias militaristas; nem aos efeitos deprimentes causados pela violência física.
A salvação dos homens está nas mãos dos que são criadoramente inadaptados. Precisamos de ser como Shadrak Meshak e Abed Nego, que em termos inequívocos responderam ao rei Nabucodonosor quando este lhes ordenou que se prostrassem diante dum ídolo de ouro: “Se puder ser, o nosso Deus, a quem servimos, salvar-nos-á (...), mas se não puder (...) não serviremos os teus deuses” (Daniel 3:17-18). Ou então como Thomas Jefferson, que escreveu, numa época em que a escravatura era aceite: “Temos como evidente a verdade de que todos os homens nascem iguais e de que o Criador lhes concedeu certos direitos inalienáveis entre os quais o da Vida, o da Liberdade e o da busca da Felicidade” (Declaração da Independência), ou ainda como Abraão Lincoln que teve sabedoria para discernir que a nação não poderia sobreviver, sendo metade livre e me- tade escrava. E também, acima de todos, como Nosso Senhor, o qual, no meio da fascinante engrenagem militar do Império Romano, avisava os seus discípulos de que “todos os que puxarem da espada, à espada hão de perecer” (Mateus 26:52). É por meio desta inadaptação que uma geração já decadente pode ser chamada para promover a paz.
Tenho de admitir honestamente que o inconformismo transformado, sempre difícil e pouco cômodo, pode significar o ingresso no caminho sombrio do sofrimento, a perda dum lugar ou mesmo da casa, ou uma criança de seis anos que pergunta ao pai: “Porque é que o pai é tantas vezes preso?” Julgar que o Cristianismo nos protege contra a dor e a agonia da nossa existência mortal é um erro muito grave. O Cristianismo sempre insistiu em dizer que a coroa só virá depois da cruz. Para sermos cristãos, temos de pegar na nossa cruz, com todas as dificuldades, angústias e tragédias que lhe são inerentes, e carregar com ela até ficarem nos nossos ombros as marcas que nos redimem e nos facilitam o caminho da perfeição, que só se alcança através do sofrimento.
Nestes dias de confusão universal, há uma necessidade enorme de homens e mulheres que combatam corajosamente pela verdade. Precisamos de cristãos que repitam as palavras que John Bunyan, depois de doze anos de cadeia e da promessa de o libertarem se deixasse de pregar, disse ao carcereiro:
“Não havendo outra solução, e sob pena de esmagar e assassinar a minha consciência ou arrancar os olhos e deixar-me guiar por outros cegos, o que a muitos agradaria, decidi, com a ajuda e o amparo de Deus, continuar a sofrer durante todo o tempo que esta frágil vida consentir e até que a neve caia sobre os meus cabelos, de preferência a violar a minha fé e os meus princípios” (William Hamilton Nelson, Tinker and Thinker: John Bunyan).
Temos de optar. Ou continuamos a marchar ao som do conformismo e do convencionalismo, ou então procuramos ouvir o eco longínquo de outros sons mais distantes e abrir caminho até eles. Iremos nós marchar ao ritmo do tempo, arriscando-nos à crítica e à injúria, marcharemos nós ao som da música da eternidade redentora? Hoje, mais do que nunca, somos intimados a escutar as palavras ditas ontem: “Não vos conformeis com este século; transformai-vos pela renovação da vossa mente”.
domingo, 21 de março de 2010
Suas escolhas podem definir o campeão que há em você.
Suas escolhas podem definir o campeão que há em você.
Hoje um grande campeão que o Brasil teve nas pistas e na vida, se estivesse vivo completaria 50 anos, eu falo de Ayrton Senna.
Vejam o relato de sua irmã abaixo, e vejam como as escolhas definem que somos. Mesmo depois da frustação de uma derrota ele não se deixou abater, pelo contrario reconheçeu que precisava se aperfeiçoar em suas debilidades, oque o levaram a chegar onde chegou.
Nasce o Rei da Chuva
Por Viviane Senna, irmã e presidente do Instituto Ayrton Senna
"O Ayrton ainda corria de kart e estava ganhando uma corrida em Interlagos, quando começou a chover. Por causa da pista molhada, ele saiu da pista e ficou muito frustrado. Depois disso, cada vez que chovia em São Paulo, o Ayrton ia para qualquer canto da cidade com o kart e ficava treinando até escurecer. Quando chegava em casa, ele parecia um pinto molhado. E fez isso milhões de vezes. Por isso, ele virou o Rei da Chuva. Certamente ele não teria esse manejo todo se não tivesse perdido e reagido. O Ayrton teve de enfrentar o problema e colocar todo seu potencial à prova. Ele foi perseverante e desenvolveu a habilidade que estava latente. Na Fórmula 1, quando chovia, todo mundo ficava animado. Aquela que seria a primeira vitória aconteceu nestas condições, em Mônaco, quando o Alain Prost levou após a corrida ser interrompida."
fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1537726-15011,00-AYRTON+SENNA+ANOS+EM+CINCO+HISTORIAS.html
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Empresário perdoa sequestrador e muda a vida de ex-presidiário
O ex-presidiário Ronaldo Miguel Monteiro teve uma nova oportunidade de vida graças ao homem que seria vítima de um dos seus planos de sequestros, crimes que lhe renderam 28 anos de prisão. Enquanto cumpria a pena, o empresário Custódio Rangel visitou Ronaldo com o intuito de o perdoar. Além do perdão, o ex-criminoso ganhou uma nova vida e a liberdade condicional após 13 anos de pena cumprida. Dentro da prisão, ele começou a trabalhar com projetos sociais.
“Uma experiência muito forte para mim foi encontrar uma das minhas vítimas. E esse empresário me visitou no presídio e assinou pela primeira vez a minha carteira de trabalho”, conta Ronaldo, que começou a se envolver com o crime aos 14 anos.
Na década de 80, Ronaldo ajudou a espalhar uma onda de terror no Rio de Janeiro. “Eu descobri que tinha uma maneira mais fácil de ganhar dinheiro e passei para a extorsão mediante sequestro. O primeiro deu certo, o segundo deu certo, outros deram certo até ter uma grande tacada. Eu conheci um empresário que estava sendo muito sinalizado na mídia pelas suas empresas, e aquele homem foi indicado como potencial vítima para meus crimes de sequestro”, relata. A equipe do Fantástico levou o ex-presidiário ao local do crime que ele quase cometeu. Ronaldo conta que a ação seria o sequestro do empresário seguido de morte após o pagamento do resgate. “Tínhamos três grupos. Um grupo à esquerda, na altura das grades, onde eu estava, o segundo grupo estava na saída da rua e o terceiro grupo, para dar apoio, estava na saída do túnel para São Francisco”, explica. Os criminosos esperaram o carro do empresário chegar ao local, por volta das 9h30. O automóvel verde passou pelos criminosos e entrou na garagem, o empresário era o motorista e estava sozinho. Então, eles aguardaram a saída do carro de acordo com o planejado. Porém, uma hora depois, o veículo ainda não havia saído da garagem e o grupo decidiu invadir o local. “E aqui não estava, nem o carro, nem o empresário”, lembra Ronaldo. Depois de cinco meses do fracasso do plano, Ronaldo Miguel Monteiro foi condenado. “Só a morte ou a prisão poderia me parar. Prouve Deus que fosse a prisão”, reconhece. Nesse período, a vida de Ronaldo tomou outro rumo depois de uma visita que ele recebeu. A visita era de Custódio, o homem que seria a vítima do sequestro planejado por Ronaldo, mas que não aconteceu. “Pois é, temos que Jesus amou todos, tem que fazer alguma coisa. Então, uma boa pescaria seria se eu ganhasse Ronaldo para Jesus. E aconteceu isso”, justifica Custódio sobre o que o levou a procurar Ronaldo. “O tiro saiu pela culatra. Ele quis me matar, e eu o matei. O homem que aceita Jesus morre para o mundo e vive para Deus”, diz. Ronaldo fica sem palavras ao tentar descrever o que sentiu quando viu Custódio a sua frente. “Você não encontra palavras, só alguém que vive na marginalidade e depara com uma vítima que diz ‘eu te perdoo’ poderia responder. E com certeza ela não vai encontrar palavras." A visita do empresário transformou a vida de Ronaldo. Dentro da cadeia, ele passou a trabalhar com projetos sociais. Condenado a 28 anos, ficou 13 na prisão e ganhou o direito à condicional. Ao sair, adivinhe quem deu a ele o primeiro emprego, a primeira carteira assinada? O próprio Custódio. Ele garante que nunca teve medo por ter contratado o ex-presidiário. Ronaldo trabalhou dois anos com Custódio e depois seguiu o próprio caminho. Hoje, ele coordena uma ONG que ajuda presos a se qualificarem profissionalmente. “Isso é uma sensação tremenda. É muita alegria no coração para poder reverter uma situação dessas”, afirma Custódio sobre a sensação de saber que com a iniciativa acabou ajudando não só uma pessoa. Ao falar sobre o futuro de sua vida sem a ajuda de Custódio, o ex-presidiário Ronaldo é categórico. “Eu teria continuado no crime, até hoje tenho propostas, mas o amor à vida é muito maior, o amor que levou seu Custódio até um presídio de segurança máxima para ter um encontro com seu pretenso algoz.”
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O Novo NÃO Anula o Velho Testamento
| O Novo NÃO Anula o Velho Testamento |
| Podemos dizer que toda a Bíblia, é a “carta magna ou o “manual do construtor do ser humano”, foi inspirada por D’us, e transmitida a humanidade, sendo o fundamento perfeito para a vida dos homens. Foram muitos Escritores – Mas só Um Autor. Esta é a mais verdadeira e absoluta verdade sobre as escrituras.
A Bíblia teve seu início com Moshé (Moisés), no período do Êxodo e inicia relatando a revelação de Deus sobre a Criação. Pelo seu Espírito Santo ele moveu homens para escreverem a Bíblia, sempre com um objetivo: Revelar o Messias, Yeshua (Jesus o Cristo). Como Deus é o autor, não podemos criar um princípio teológico com base apenas em um só versículo ou texto. Martinho Lutero, no século XVI, costumava dizer que a Bíblia interpreta a própria Bíblia, por isso encontramos referências bíblicas nos rodapés da Bíblia, cuja objetivo é mostrar passagens que se completam, umas às outras, embora escritas com diferença de centenas de anos. Algumas pessoas confundem comentários com o que o Senhor está falando. Quando a Bíblia foi escrita, originalmente ela não tinha nem capítulos e nem versículos. Na tradução da septuaginta que foram colocados os capítulos e versículos para facilitar a localização dos textos que se complementam. Há dois testamentos na Bíblia: Velho Testamento e o Novo Testamento. O VT é a antiga aliança que Deus fez com o homem, onde foram mostradas as Suas promessas e o meio para alcançá-las. No VT havia rigorosa obediência à LEI, chamada de Torah(Hebraico) e Pentateuco(Grego). Várias promessas eram específicas para a nação israelita daquela antiga época, tais como a posse da terra de Canaã e a volta do cativeiro babilônico. Entretanto, várias delas, senão quase todas, são válidas até os dias de hoje, e o meio de alcançá-las foram reveladas por Deus no NT. Mas O Cristo de D´us levou sobre si o castigo e todas as suas mazelas, e por isso hoje você pode desfrutar das bençãos do Eterno. Claro que estou falando para quem já o confessou como seu Senhor e seu único Salvador. Livros da Bíblia Velho Testamento Novo Testamento Esta é a relação de livros que constam na Bíblia, com um total de 66 livros. Mas a Bíblia católica é diferente, pois tem um acréscimo de 7 livros, que eles chamam de “apócrifos” ou “deuterocanônicos”, mas são mais conhecidos de modo geral como apócrifos. Isto porque não constam nos originais mais aceitos. Os originais da Bíblia, que são mais aceitos foram escritos nas seguintes línguas: Se não tiver este conhecimento corre-se o risco de “interpretar mal”, até mesmo usando interpretação própria e conforme a cultura local e não o que realmente o Senhor estava ensinando nos textos referidos ou de usá-los fora do contexto. Pois o pensamento judaico e a cultura se difere e muito de outras culturas pagãs (que não ajuda nada na interpretação bíblica). Bíblia – É um Livro de Fé. A finalidade da Bíblia não é contar uma história de homens, mas relatar o mover de Deus na história da humanidade, despertando a fé nos homens. A Bíblia é o livro mais lido no mundo inteiro e já está Como já visto, se aquele que é filho de Deus quer alimentar sua fé ele deve examinar a Palavra de Deus. Pois este é o método de Deus para o crescimento da fé. A Bíblia é a Palavra de Deus, porque foi inspirada por Deus. Em nossa Bíblia somente dois livros não têm a palavra Deus ou um dos nomes de Deus escrito: Ester e Cantares de Salomão. Mas estes livros estão em nossa Bíblia porque o primeiro, Ester, narra como a potente mão de Deus preservou o seu povo, Israel. Mesmo sem estar escrito o nome Deus, pode-se perceber que Deus está por detrás dos eventos ali ocorridos. Já Cantares, demonstra o relacionamento saudável do noivo e da noiva, figuras de Cristo e da Igreja. Ao mesmo tempo este livro nos apresenta um relacionamento especial entre o homem e a mulher no casamento, instituição fundada e abençoada por Deus. Bíblia – É um Livro de Prática. Não é um livro para ficar em cima da estante ou algum outro tipo de móvel aberto em algum livro de Salmos. Mas se trata de um livro que quando o abrimos e deixamos seus ensinamentos entrarem em nosso coração, ela se torna vida e nos faz viver em harmonia com o Senhor que é Soberano. A Bíblia não é a regra de prática para o crente. O nosso proceder deve sempre estar pautado nas Escrituras Sagradas. Salmo 119: 16,: “Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra”. O crente em Jesus não deve imitar os conceitos errados do mundo, mas deve seguir as regras da Bíblia. Obedecer a Palavra de Deus não é uma questão de sentimento, mas uma questão de fé e obediência. É por isto que devemos obedecer as escrituras em sua totalidade pois para aquele que serve ao Senhor, é verdadeiro que a Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. Se cremos na palavra de Deus, então praticamos seus ensinos conforme está escrito em I João 5: 3. Medite na Bíblia que é a Palavra de Deus É importante que aprendamos a guardar a Palavra de Deus em nosso coração. E como se faz isto? Memorizando versículos bíblicos. O ser humano costuma lembrar sempre das coisas que são várias vezes repetidas. Assim, se você quer guardar versículos da Bíblia, aprenda a repeti-los sempre, de preferência ore sempre usando a Palavra de Deus, ou seja, usando os versículos bíblicos que você já memorizou. Quando um crente ora e declara a Palavra de Deus, as coisas acontecem com mais facilidade, pois a Palavra é a promessa de Deus, e tudo que está escrito se cumpre, pois Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre. No Salmo 119:89 está escrito: “Para sempre, ó Senhor, a tua palavra está firmada nos céus”. Neste texto podemos perceber que o cartório de Deus é o céu, onde ele está garantindo o poder da Palavra Dele. A respeito de algumas seitas e ainda de alguns deturpadores das escrituras temos que entender que tanto o velho testamento como o novo testamento fazem parte da bíblia. Se por acaso alguém disser que o velho testamento não tem mais validade é um grande sinal de ignorância, e denota falta de entendimento, e quem assim procede está preso no laço da heresia. Quando alguém diz que o velho testamento não tem mais validade, é por ele está com medo das leis, no sentido de não entendê-las ou mesmo de enxergá-las como algo impossível de ser cumprida. Eu pergunto: será que estas leis são dos homens ou são de D´us? As leis são boas, o não cumprimento é falta de obediência e se torna juízo para aquele que não a cumpri. Um laço muito forte ou uma das artimanhas de Satanás, nos nossos dias, e que faz parte da doutrina de algumas igrejas, ditas evangélicas, é dizer em alto e bom som : “A Lei foi abolida, não se deve obedecer às Leis do Senhor impostas no VT, pois estamos na graça, e Yeshua (Jesus) cumpriu por nós”, em outras palavras, prega-se a anulação do VT. Será que o Criador dos Céus e da Terra errou ao deixar escrito o Velho Testamento? E que o VT não tem mais valor algum? É de suma importância ressaltar que existem algumas coisas que não se deve fazer mais, as quais são encontradas no VT, tais como: sacrificio pelo pecado, matar animal e oferecê-lo a D´us. Mas existem as promessas que são irrevogáveis, como por exemplo, o primeiro mandamento com promessa, “Honrar aos pais e prologar-se-ão os seus dias de vida na terra”. A maioria das pessoas confundem estar na graça e no tempo da graça com Lei, ou tempo da Lei.(conforme argumento de alguns). A lei nunca passará, pois a palavra do Senhor durará para todo o sempre. O fato de estar na graça não anula a Lei. Afirmar que o VT não tem mais validade, demonstra uma falta de conhecimento bíblico e uma ignorância eclesiástica (das escrituras). Deus não criou as leis e depois se arrependeu, como que tendo que reformulá-las, fazê-las de novo, colocando uma imenda ou coisa parecida. Como acontece com os governos e seus governantes que vivem errando e são obrigados a corrigirem suas leis, decretos e projetos de leis. O Senhor não precisa disso. O fato de Yeshua (Jesus) ter nascido não anula o velho testamento. Lembrando que no original não existe esta divisão. O mais lindo é que Deus sabe todas as coisas e Nele não existe variação, como existe nos homens e em seus corações maliciosos, que muitas vezes mudam as verdade bíblicas. Veja no novo testamento (e não no velho), pra não deixar nenhuma dúvida de que a bíblia é tremenda, em II Timóteo 3:16: “Toda a escritura é inspirada por D´us....”. Não tenha dúvida meu irmão que TODA ESCRITURA É INSPIRADA PELO SENHOR, não existe na Bíblia nenhum versículo ou texto que anule o VT, quem faz este tipo de afirmação, o faz baseado em que texto ou versículo? Fique atento: Quem deseja que você não obedeça ou siga (ou viva) a escritura em sua totalidade? Quem tem prazer em mudar o entendimento do homem? Qual espírito está por traz desses argumentos? Resumindo: O Novo Testamento não anula o Velho Testamento, muito pelo contrário, o NT o confirma. Fique com a paz que excede todo o entendimento. Pastor Marcos Ben Shua Fonte: http://marcosbarreto.com/v01/index.php?option=com_content&task=view&id=26&Itemid=37 |
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Placas Olimpicas -RIO
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Discurso de Martin Luther King, Jr. em Washington, D.C., a capital dos Estados Unidos da América, em 28 de Agosto de 1963, após a Marcha para Washington.
O discurso de Martin Luther King, pronunciado na escadaria do Monumento a Lincoln, em Washington, foi ouvido por mais de 250.000 pessoas de todas as etnias, reunidas na capital dos Estados Unidos da América, após a «Marcha para Washington por Emprego e Liberdade». A manifestação foi pensada como uma maneira de divulgar de uma forma dramática as condições de vida desesperadas dos negros no Sul dos Estados Unidos, e exigir ao poder federal um maior comprometimento na segurança física dos negros e dos defensores dos direitos civis, sobretudo no Sul.
Devido a pressões políticas exercidas pela Presidência dos Estados Unidos - ocupada por John Kennedy -, as exigências a apresentar no comício tornaram-se mais moderadas, mas mesmo assim foram feitos pedidos claros: o fim da segregação no ensino público, passagem de legislação clara no que respeita aos direitos civis, assim como de legislação proibindo a discriminação racial no emprego; para além do fim da brutalidade policial contra militantes dos direitos civis e a criação de um salário mínimo para todos os trabalhadores, que beneficiaria sobretudo os negros.
Realizado num clima muito tenso, a manifestação foi um estrondoso sucesso, e o discurso conhecido sobretudo pela frase permanentemente repetida no meio do discurso «I have a Dream» (Eu tenho um sonho), mas também pela frase que é repetida no fim - «That Liberty Ring» (Que a Liberdade ressoe), que retoma o poema patriótico «América», tornou-se, com o discurso de Lincoln em Gettysburg, um dos mais importantes da oratória americana.
Em 1964 a Lei dos Direitos Civis foi votada e promulgada por Lyndon B. Johnson e em 1965 a Lei sobre o Direito de Votar foi aprovada.
Martin Luther King, Jr. foi escolhido como Prémio Nobel da Paz no ano seguinte, em 1964.
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«que a liberdade ressoe!»
Segue o video:
Há cem anos, um grande americano, sob cuja sombra simbólica nos encontramos, assinava a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para terminar a longa noite do cativeiro. Mas, cem anos mais tarde, devemos enfrentar a realidade trágica de que o Negro ainda não é livre.
Cem anos mais tarde, a vida do Negro é ainda lamentavelmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o Negro continua a viver numa ilha isolada de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana, estando exilado na sua própria terra.
Por isso, encontramo-nos aqui hoje para dramaticamente mostrarmos esta extraordinária condição. Num certo sentido, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitectos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de independência, estavam a assinar uma promissória de que cada cidadão americano se tornaria herdeiro.
Este documento era uma promessa de que todos os homens veriam garantidos os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à procura da felicidade. É óbvio que a América ainda hoje não pagou tal promissória no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar este compromisso sagrado, a América deu ao Negro um cheque sem cobertura; um cheque que foi devolvido com a seguinte inscrição: "saldo insuficiente". Porém nós recusamo-nos a aceitar a ideia de que o banco da justiça esteja falido. Recusamo-nos a acreditar que não exista dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidades deste país.
Por isso viemos aqui cobrar este cheque - um cheque que nos dará quando o recebermos as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este lugar sagrado para lembrar à América da clara urgência do agora. Não é o momento de se dedicar à luxuria do adiamento, nem para se tomar a pílula tranquilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar reais as promessas da Democracia. Agora é o tempo de sairmos do vale escuro e desolado da segregação para o iluminado caminho da justiça racial. Agora é tempo de abrir as portas da oportunidade para todos os filhos de Deus. Agora é tempo para retirar o nosso país das areias movediças da injustiça racial para a rocha sólida da fraternidade.
Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este sufocante verão do legítimo descontentamento do Negro não passará até que chegue o revigorante Outono da liberdade e igualdade. 1963 não é um fim, mas um começo. Aqueles que crêem que o Negro precisava só de desabafar, e que a partir de agora ficará sossegado, irão acordar sobressaltados se o País regressar à sua vida de sempre. Não haverá tranquilidade nem descanso na América até que o Negro tenha garantido todos os seus direitos de cidadania.
Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir as fundações do nosso País até que desponte o luminoso dia da justiça. Existe algo, porém, que devo dizer ao meu povo que se encontra no caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça. No percurso de ganharmos o nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de actos errados. Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.
Temos de conduzir a nossa luta sempre no nível elevado da dignidade e disciplina. Não devemos deixar que o nosso protesto realizado de uma forma criativa degenere na violência física. Teremos de nos erguer uma e outra vez às alturas majestosas para enfrentar a força física com a força da consciência.
Esta maravilhosa nova militancia que engolfou a comunidade negra não nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como é claro pela sua presença aqui, hoje, estão conscientes de que os seus destinos estão ligados ao nosso destino, e que sua liberdade está intrinsecamente ligada à nossa liberdade.
Não podemos caminhar sozinhos. À medida que caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não podemos retroceder. Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: "Quando é que ficarão satisfeitos?" Não estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos incontáveis horrores da brutalidade policial. Não poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados das fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso a um lugar de descanso nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade fundamental do Negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro no Mississipi não pode votar e um Negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos, e só ficaremos satisfeitos quando a justiça correr como a água e a rectidão como uma poderosa corrente.
Sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas dificuldades e tribulações. Alguns de vocês saíram recentemente de pequenas celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a vossa procura da liberdade vos deixou marcas provocadas pelas tempestades da perseguição e sofrimentos provocados pelos ventos da brutalidade policial. Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com a fé de que um sofrimento injusto é redentor.
Voltem para o Mississipi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para a Luisiana, voltem para as bairros de lata e para os guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, esta situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero.
Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Tenho um sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: "Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais".
Tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade.
Tenho um sonho que um dia o estado do Mississipi, um estado deserto, sufocado pelo calor da injustiça e da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.
Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia numa nação onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caractér.
Tenho um sonho, hoje.
Tenho um sonho que um dia o estado de Alabama, cujos lábios do governador actualmente pronunciam palavras de ... e recusa, seja transformado numa condição onde pequenos rapazes negros, e raparigas negras, possam dar-se as mãos com outros pequenos rapazes brancos, e raparigas brancas, caminhando juntos, lado a lado, como irmãos e irmãs.
Tenho um sonho, hoje.
Tenho um sonho que um dia todo os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos serão polidos, e os lugares tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor será revelada, e todos os seres a verão, conjuntamente.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao Sul. Com esta fé seremos capazes de retirar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, ficarmos juntos em posição de sentido pela liberdade, sabendo que um dia seremos livres.
Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: "O meu país é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram os meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada localidade ressoe a liberdade".
E se a América quiser ser uma grande nação isto tem que se tornar realidade. Que a liberdade ressoe então dos prodigiosos cabeços do Novo Hampshire. Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque. Que a liberdade ressoe dos elevados Alleghenies da Pensilvania!
Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado!
Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia!
Mas não só isso; que a liberdade ressoe da Montanha de Pedra da Geórgia!
Que a liberdade ressoe da Montanha Lookout do Tennessee!
Que a liberdade ressoe de cada Montanha e de cada pequena elevação do Mississipi.
Que de cada localidade, a liberdade ressoe.
Quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada aldeia, de cada estado e de cada cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção negra: "Liberdade finalmente! Liberdade finalmente! Louvado seja Deus, Todo Poderoso, estamos livres, finalmente!"

